A Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura - FIEC, é uma instituição municipal de ensino técnico profissionalizante, fundada e sediada na cidade de Indaiatuba, região de Campinas, Estado de São Paulo, Brasil.
Foi criada pela Lei Municipal n.º 2.162 de 3 de outubro de 1985, com o objetivo de promover a educação e a cultura, oferecer ensino técnico profissionalizante e prestar serviços técnicos a terceiros, através de cursos especiais e cursos regulares de educação profissional nos níveis básico, técnico e tecnológico, de especialização, aperfeiçoamento e extensão.
A Lei Municipal n.º 3.981 de 21 de março de 2001 conferiu à instituição um novo estatuto, que ampliou seu raio de ação, possibilitando-lhe um modelo de gestão mais moderno, que lhe deu mais flexibilidade para o desenvolvimento de sua estrutura organizacional e de seus projetos, visando ao melhor alcance de seus objetivos sociais.
Seu atual Superintendente é o Engenheiro Agrônomo João Martini Neto, ex-presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Indaiatuba e Vereador na cidade pelo terceiro mandato.
Até o ano de 1999, foi sediada em um tradicional prédio no centro de Indaiatuba, onde provia cursos técnicos juntamente com o ensino médio. Em 22 de janeiro de 2001, sua administração e a maior parte de suas atividades foram transferidas para um novo prédio, orçado em
R$ 2.567.809,62, próximo à Prefeitura Municipal, no bairro Jardim Regina. O “Cepin” - Centro de Educação Profissional de Indaiatuba, como passou a ser chamado o novo prédio, bem como os equipamentos nele instalados, foram quase inteiramente financiados por verbas do Governo Federal e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Formação e aperfeiçoamento de Guardas Municipais
A FIEC realizou convênio com o Ministério da Justiça do Brasil para o treinamento e aperfeiçoamento das guardas municipais de Indaiatuba e região, incluindo-se cidades tais como Rafard, Itu, Salto, Cabreúva e outras, totalizando 19 municípios além de Indaiatuba. O programa, assinado em 12 de maio de 2006, tem duração inicial de 6 meses e é financiado por um repasse de 5 milhões de reais por parte Ministério da Justiça, e os restantes 20% do valor total do investimento são pagos pelos